Após períodos de maior exposição solar, muitas pessoas percebem surgimento de manchas, irregularidades e alterações na textura da pele. No entanto, tratar manchas e textura pós-sol exige planejamento e escolha adequada das tecnologias, especialmente no verão.
Por isso, entender quais lasers podem ser realizados em janeiro e quais exigem mais cautela é essencial para garantir segurança e bons resultados.
Por que manchas e alterações de textura surgem após o sol?
Em geral, a exposição solar intensa estimula a produção irregular de melanina e favorece processos inflamatórios na pele. Além disso, o sol acelera a degradação do colágeno, o que impacta diretamente a textura cutânea.
Como consequência, surgem manchas, poros mais aparentes, aspecto áspero e perda de viço.
Janeiro é um bom mês para tratar manchas e textura pós-sol?
De forma geral, janeiro permite iniciar tratamentos a laser, desde que haja avaliação criteriosa. No entanto, a escolha do tipo de laser e da intensidade faz toda a diferença.
Por isso, nem todos os lasers são indicados nesse período, principalmente após exposição solar recente.
Lasers que podem ser feitos em janeiro
A seguir, conheça as tecnologias que costumam ser mais seguras para tratar manchas e textura pós-sol no início do ano.
Lasers não ablativos
Em primeiro lugar, os lasers não ablativos atuam sem remover a camada superficial da pele. Dessa forma, eles estimulam colágeno e melhoram textura com menor risco de manchas.
Além disso, apresentam recuperação mais rápida e menor sensibilidade ao sol quando bem indicados.
Luz intensa pulsada (LIP)
Em alguns casos, a luz intensa pulsada pode ser utilizada para tratar manchas superficiais e uniformizar o tom da pele.
No entanto, é fundamental que a pele não esteja bronzeada, pois o risco de hiperpigmentação aumenta quando há melanina ativa.
Lasers de baixa energia para estímulo dérmico
Da mesma forma, tecnologias voltadas para estímulo dérmico leve ajudam a melhorar textura, viço e poros dilatados, com maior segurança no verão.
Lasers que exigem mais cuidado no verão
Por outro lado, alguns lasers demandam atenção redobrada quando utilizados em janeiro.
Lasers ablativos
Antes de tudo, lasers ablativos removem camadas da pele e exigem maior tempo de recuperação. Por isso, eles aumentam o risco de manchas quando realizados em períodos de alta exposição solar.
Em geral, esses lasers ficam mais indicados para meses com menor incidência de sol.
Lasers para manchas profundas
Além disso, lasers direcionados a manchas profundas podem sensibilizar a pele de forma mais intensa. Dessa forma, o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória aumenta no verão.
Cuidados essenciais ao tratar manchas e textura pós-sol
Independentemente do tipo de laser escolhido, alguns cuidados são indispensáveis.
- uso rigoroso de protetor solar;
- reaplicação do filtro ao longo do dia;
- evitar exposição solar direta;
- hidratação adequada da pele;
- seguir todas as orientações médicas.
Além disso, combinar tratamentos a laser com cuidados domiciliares potencializa os resultados.
A importância da avaliação dermatológica
Muitas vezes, tratar manchas e textura exige mais de uma abordagem. Por isso, a avaliação dermatológica define o melhor momento, a tecnologia mais segura e o protocolo ideal para cada pele.
Dessa forma, é possível tratar manchas e textura pós-sol com eficácia, sem comprometer a saúde da pele.
Conclusão
Em resumo, janeiro pode ser um bom momento para tratar manchas e textura pós-sol, desde que os lasers sejam escolhidos corretamente.
Por fim, respeitar o fototipo, o grau de bronzeamento e as orientações médicas é fundamental para evitar complicações e alcançar resultados seguros.
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